Cidades
Ser pai vai muito além do sangue: histórias de amor, presença e saudade
Neste Dia dos Pais, a data também convida a refletir sobre os diferentes significados da paternidade, construída pelo cuidado, pela presença e pelo amor.
Por Jornalista Isabela Oliveira ·

O segundo domingo de agosto é marcado por homenagens, presentes e encontros em família. Mas, para além da comemoração, o Dia dos Pais também desperta sentimentos diferentes. Para alguns, é dia de celebrar quem sempre esteve presente. Para outros, é uma oportunidade de homenagear quem exerceu a paternidade mesmo sem ter o mesmo sangue e, para muitos, é também um dia de saudade.
Ser pai vai muito além do vínculo biológico. A paternidade se constrói nos pequenos gestos: no cuidado, na proteção, nos conselhos, no acompanhamento da vida dos filhos, nas conquistas comemoradas e na presença nos momentos difíceis. Avôs, padrastos e tantos outros homens também assumem esse papel e mostram que o amor é capaz de construir laços que vão além da genética.
Para muitas famílias, a figura paterna também está presente em quem precisou assumir responsabilidades diante da ausência de um pai. Mães que criam seus filhos sozinhas, avós que ajudam na criação e familiares que se tornam referências mostram que uma criança pode encontrar amor e proteção em diferentes formas de família.
Quando a comemoração também é saudade
Para quem perdeu o pai, a data pode trazer lembranças de uma voz, um abraço, uma conversa ou dos momentos vividos em família. A ausência transforma o Dia dos Pais em um momento de recordar quem partiu e reconhecer o quanto essas memórias continuam presentes.
No fim, ser pai não é apenas gerar uma vida. É participar dela, ensinar, proteger, amar e estar presente. Neste Dia dos Pais, a homenagem é para aqueles que estão, para aqueles que partiram e para todos que entenderam que a verdadeira paternidade é construída diariamente pelo amor, pela presença e pelo cuidado.