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Cozinheira esclarece boatos após ter nome associado a ação trabalhista envolvendo Neymar

Marcela Lermy trabalhou com o jogador entre 2013 e 2018 e afirma não ter relação com o processo

Por Redação LuandêFM ·

Cozinheira esclarece boatos após ter nome associado a ação trabalhista envolvendo Neymar

Após ter o nome citado em publicações nas redes sociais relacionadas a um processo trabalhista envolvendo o jogador Neymar, a cozinheira Marcela Lermy decidiu se pronunciar publicamente para esclarecer a situação.

Nos últimos dias, ganhou repercussão uma ação judicial que questiona condições de trabalho em uma propriedade do atleta localizada em Mangaratiba, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Embora a identidade da autora da ação não tenha sido divulgada oficialmente, algumas publicações passaram a associar o caso ao nome de Marcela, o que gerou confusão entre internautas.

Diante da repercussão, a chef utilizou suas redes sociais para negar qualquer envolvimento no processo. Em uma nota, ela afirmou que as informações que circulam na internet são falsas e que não é a pessoa responsável pela ação judicial.

Marcela explicou que trabalhou para Neymar entre os anos de 2013 e 2018. Segundo ela, durante todo o período manteve uma relação profissional pautada pelo respeito e pela transparência.

No comunicado divulgado ao público, a cozinheira também reforçou que nunca abriu qualquer processo trabalhista ou ação judicial contra o jogador ou contra empresas ligadas a ele.

Além disso, ela informou que já iniciou procedimentos legais para remover conteúdos que utilizam sua imagem de maneira indevida e responsabilizar quem disseminou as informações equivocadas.

O processo que gerou a repercussão segue em tramitação no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região. Na ação, uma profissional da área de cozinha afirma ter enfrentado condições de trabalho consideradas excessivas em uma residência ligada ao atleta em Mangaratiba.

De acordo com o processo, a cozinheira teria sido contratada por uma empresa terceirizada para atuar na casa do jogador. O contrato previa uma jornada aproximada de oito horas diárias, mas, segundo o relato apresentado à Justiça, o expediente frequentemente ultrapassava esse limite, chegando a mais de 14 horas de trabalho por dia.

A trabalhadora afirma ainda que, em algumas ocasiões, precisou preparar refeições para um grande número de convidados que frequentavam a residência, o que exigia uma rotina intensa de trabalho na cozinha.

No processo, ela também relata que teria desenvolvido problemas de saúde associados ao ritmo das atividades e pede na Justiça o pagamento de indenização, além de pensão.

Enquanto a ação segue em análise no Judiciário, Marcela Lermy reforça que não possui qualquer ligação com o caso e pede cautela na divulgação de informações nas redes sociais para evitar a propagação de notícias falsas.