Política
Comitiva de Izabella Fernandes relata perseguição política após ser impedida de seguir trajeto da Cavalgada Feminina em Umbaúba
Participantes afirmam que grupo foi impedido de acompanhar o percurso do evento e criticam suposta politização da cavalgada.
Por Jornalista Isabela Oliveira ·

A edição 2026 da Cavalgada Feminina, realizada em Umbaúba, foi marcada por relatos de perseguição política. Integrantes da comitiva da ex-candidata à Prefeitura, Izabella Fernandes, afirmam que foram impedidos de seguir o trajeto do evento por agentes da Superintendência Municipal de Trânsito e Transporte (DMTT).
Segundo os participantes, veículos e motocicletas da DMTT foram posicionados à frente do mini trio e do trenzinho utilizados pela comitiva, impedindo a passagem do grupo. Eles alegam que outros veículos de características semelhantes continuaram o percurso normalmente, enquanto apenas a comitiva de Izabella Fernandes teria sido impedida de avançar.
Ainda conforme os relatos, o grupo era formado por mulheres, mães atípicas, crianças autistas e apoiadores da ex-candidata. Os participantes afirmam que a situação gerou constrangimento e indignação, por entenderem que a medida foi direcionada exclusivamente à comitiva.
Outro ponto levantado pelos participantes diz respeito à condução do evento. Idealizada e organizada por Soane Feitosa desde 2023, a Cavalgada Feminina surgiu como uma iniciativa privada. No entanto, segundo os relatos, a partir de 2025 o evento passou a ser tratado pela gestão da prefeita Juliana do Mamão como uma ação pública, o que, na avaliação dos participantes, descaracterizou a proposta original da cavalgada.
Apesar das críticas, os participantes fizeram questão de reconhecer o trabalho de Soane Feitosa e de toda a equipe responsável pela organização do evento, destacando a estrutura oferecida ao público. Eles lamentam, entretanto, que a edição deste ano tenha sido marcada por episódios que atribuem à politização da cavalgada.
Com informações: A voz do povo Umbaúba