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Coautor de homicídio em Malhador morre em confronto com a polícia durante operação em São Cristóvão

Suspeito de participação no assassinato reagiu à abordagem policial durante o cumprimento de mandado de prisão preventiva, foi baleado, socorrido ao Huse, mas não resistiu aos ferimentos.

Por Jornalista Isabela Oliveira ·

Imagem Reprodução/internet
Imagem Reprodução/internet

Um dos investigados pela morte de Silvio Roberto Marques Santos, ocorrida no último domingo (21), no Assentamento Marcelo Déda, em Malhador, morreu nesta sexta-feira (26) após trocar tiros com equipes policiais durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva.

A ação foi resultado de uma operação integrada entre a Polícia Civil e a Polícia Militar. O suspeito foi localizado no Conjunto Eduardo Gomes, em São Cristóvão, após um trabalho de inteligência conduzido pela Delegacia de Malhador, com apoio da Delegacia Regional de Itabaiana, Delegacia de Ribeirópolis, Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRp) e Agência Regional de Inteligência do Agreste.

Segundo a delegada Mirna Mota, responsável pelo caso, no momento em que as equipes tentaram cumprir a ordem judicial, o investigado teria reagido à abordagem atirando contra os policiais. Houve revide, e o suspeito foi baleado.

Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), mas não resistiu aos ferimentos.

Conhecido pelo apelido de “Mico Mau”, o investigado possuía antecedentes criminais por furto, roubo e duas tentativas de homicídio. De acordo com a Polícia Civil, ele havia deixado o sistema prisional recentemente.

As investigações sobre o homicídio de Silvio Roberto Marques Santos seguem em andamento para identificar e localizar outros possíveis participantes do crime.

A Polícia Civil também destacou que a participação da população foi decisiva para a identificação do suspeito, especialmente após a divulgação de imagens de câmeras de segurança. Informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque-Denúncia 181.