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Cinco anos após a morte de Henry, julgamento tem desfecho, mas decisão sobre a mãe gera questionamentos

Condenação de Jairinho encerra uma etapa do caso, enquanto absolvição parcial de Monique Medeiros divide opiniões e deve ser contestada na Justiça

Por Jornalista Isabela Oliveira ·

Imagem Reprodução/internet
Imagem Reprodução/internet

O julgamento do caso Henry Borel chegou ao fim com a condenação do ex-vereador Jairinho a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte do menino de 4 anos, ocorrida em março de 2021. A decisão encerra uma das etapas mais marcantes de um caso que mobilizou o país e provocou amplo debate sobre a proteção de crianças vítimas de violência.

Por outro lado, a decisão envolvendo Monique Medeiros, mãe de Henry, provocou forte repercussão.

O resultado gerou críticas nas redes sociais e entre familiares da criança. O pai de Henry, Leniel Borel, afirmou que continuará buscando a revisão da decisão por meio dos recursos cabíveis. O Ministério Público também já anunciou que pretende recorrer da sentença relacionada a Monique.

Ao longo dos últimos anos, Leniel se tornou uma das principais vozes na defesa dos direitos das crianças e no combate à violência infantil, transformando a dor da perda em mobilização social. Para muitos, o julgamento representa um passo importante na busca por justiça; para outros, o caso ainda está longe de um desfecho definitivo.

Mesmo com a conclusão do júri, a morte de Henry continua sendo lembrada como um dos episódios mais impactantes da história recente do país, mantendo vivo o debate sobre proteção à infância, responsabilidade familiar e combate à violência contra crianças.